Ma quale tarantella…

Todo mundo sabe que eu moro no morro e das minhas lamúrias por não entregarem pizza na minha casa e etc…Ok, não serei repetitiva e prometi a mim mesma que não vou mais reclamar por coisas pequenas, porém sou obrigada a compartilhar com vocês  um pouco do meu dia a dia aqui no morro da malária.

Como sou tradutora autônoma, exerço minha atividade em casa, bem feliz, até de pijamas (superei aquela fase de me arrumar toda para ter a sensação de trabalhar em uma multi-nacional), às vezes de crocs e sem maquiagem. Até aí nenhum perhaps, e então começo a traduzir, entrando em uma espécie de transe que me insere na trama do livro e me prende lá até eu decidir parar o trabalho.

Minha tradução atual me leva ao sul da Itália, primavera de 1861, acontecimentos curiosos.Vejo-me apreciando e vivenciando os detalhes daquela agradável narrativa, quando de repente os velhinhos da praça, as crianças e as mammas começam a dançar um…um…funk???? E assim, trabalhando a paciência e tomando um paracetamol, volto para a realidade elegendo como mais novo sonho de consumo uma bomba um daqueles protetores auriculares que os funcionários de aeroporto usam.

Créu Feelings.

One Comment

  1. Posted 12/11/10 at 2:36 pm | Permalink | Responder

    poutz, aí não tem mesmo como se concentrar.

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