A dor da descoberta

Toda vez que vou na casa da minha mãe, pego suas revistas VIDA SIMPLES e começo a folhear. Ela tem todas, mas não assina, apesar de valer mais a pena. Minha mãe é daquelas pessoas que curtem a sensação de entrar numa banca de revistas e fazer “um rancho”.

Pois bem, lá pelas tantas li a coluna da Soninha, que falava sobre essa tal dor da descoberta. Achei bem interessante:
A gente pensa que sabe tudo o que quer, tudo o que sente. Essa tem sido minha experiência na terapia – perceber e entender o que eu guardei sem saber. Às vezes eu resmungo, às vezes choro de soluçar – mas é uma dor boa, que cura. E essa é a dor que eu desejo para todo mundo. A dor da descoberta que elimina a tensão, relaxa, reconcilia a gente com a gente mesmo, ensina a lidar melhor com os problemas da vida adulta.

One Comment

  1. Posted 28/07/09 at 8:42 pm | Permalink | Responder

    Stella, adorei seu blog, me identifiquei bastante, pois também sou praticamente uma balzaquiana, mãe, profissional, etc, etc… E o que não nos falta são reflexões não é mesmo? Ótima idéia, parabéns! Beijoooo

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